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sábado, 4 de outubro de 2008

Be like Tyler D.

Não tem música dessa vez.

Ele entendeu e não olhou pra trás porque eu devia passar por aquilo mesmo sendo algo pequeno e não tendo problema ou importância.
Não havia perigo. Não havia ninguém por enquanto, só nos próximos segundos e eu devia aguentar. Aguentei e não foi tão ruim.

Não precisamos de suportes pra conseguir ser quem desejamos ser ou quem sempre desejamos ser.
Talvez precisamos e por isso, as vezes, achamos base em pessoas menos importantes pra que consigamos brilhar mais diante do menor.
Mas na verdade o essencial é espelhar em algo maior e grandioso, pelo menos mais que nós
Olhar pra cima e ter um alvo, um objetivo, e então esquecemos de quem somos e seguimos até ele sem ter consciência disso.
Sempre há alguém maior e nós sempre nos espelhamos neste.
Só que temos ou não escolha de tal ato.
Seria hipocrisia, mas acontece. Temos essa necessidade. Temos e não temos a tão querida personalidade.
E aí quando vem um exemplo disso, não gostamos e interpretamos da pior forma. Toca-se na ferida que sabemos que existe mas ignoramos.
E quem seria meu superior? Só os demais vêem e só vemos quando o matamos.
E, então, escolhe-se prosseguir ou não

É uma pena que tudo esteja como está ultimamente.
Tenho uma visão mais avançada de quem eu admirava e tinha de uma certa forma, inveja e queria seguir o passos.
Eles não tem fundamento e se escondem atrás dos erros alheios.
Fazendo com que Eles paguem pelo que você, na verdade, gostaria de estar pagando.
A inveja parte Dele e não de mim.
Só vejo, como disse, quando mato quem tenta fazer e jamais conseguiu pela tão querida personalidade.
Aí que vemos quem a tem.
O ato de chamar atenção envolve uma boa quantidade de pessoas, geralmente as mais próximas.
E também fazendo mal a quem não tem a mínima participação a situação.
Encontre com você mesmo pra achar a resposta das milhões de perguntas.
Não é necessário olhar pra baixo pra ir pra cima.
Olhe pra cima, mas não pra ninguém
Faça-o sozinho
Mas não negue ter que pedir ajuda.

sábado, 23 de agosto de 2008

Meu ponto.

As músicas gravam as cenas na nossa mente por um tempo indeterminado, mas de fato é longo. Eu estava saindo do calor pra ir pro frio, quando começou a tocar e eu jamais esqueci daquele lugar, do que eu pensava e de mim. As imagens só saem da cabeça se quisermos. É como uma senha digitada em um cofre para que ele se abra. Só depende de mim. Mas eu não quero tirar o tesouro de dentro dele. Eu continuo acreditando no amor eterno e "que a morte nos separe". Mas é tão possível amar pra sempre. No meu pra sempre, não no eterno, ou seja, até quando eu viver. O que não vai durar muito. Por mais que sejam 100 anos. Ainda sim vou ser uma inexperiente em todos os pontos de relacionamentos. Tudo não passa de uma farça. Depois de passar por uma, vem outra e mais uma vez não sei lidar. e... e... e...

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The Monster.
Será que quando dizem "eu te amo", dizem como o coração? Será verdade, ou um surto de resposta?

No caso quando Selby disse fica uma dúvida se ela estava falando ou não com o coração.

Eu acredito que de uma certa forma estava, mas por admiração a alguém que a encorajou para sair daquela vida rotineira de pessoas que não aceitavam quem ela era. E ela só precisava disso, de alguém para acobertar.
Lee por sua vez, estava sim apaixonada e passando por cima de uma vida cheia de traumas e superando para que pudesse viver em paz e feliz com o amor de sua vida.

Ela só queria ser amada. Só.
E se entregou, mudou, matou, por amor.
E tudo isso pra depois a "sua garota" te entregar de forma fria e individualista e mesmo depois disso, ela não se esqueceu do amor que viveu e que ainda sentia.

Pra mim isso é mais um motivo pra que eu continue acreditando no amor eterno.
Mesmo que se passe por problemas, abandonos, etc, que seja... O que é verdadeiro não se torna mentira. Indepentende do que haja, se amou um dia, incondicionalmente.